domingo, 17 de fevereiro de 2013

Teste palográfico


Voltou a moda dos Psicólogos e Selecionadores de R.H. utilizarem o teste palográfico para encontrar perfis de candidatos compatíveis com o que buscam para as suas empresas.
Agora pense!...
Se há um teste ou pergunta, logo há também uma resposta.
Talvez o que os selecionadores não compreendam é que o candidato pode mascarar o seu perfil entendendo como funciona um teste.
Mas como saber que perfil a empresa quer?
Fica de certa forma fácil, haja vista que, nas linhas da descrição do cargo percebe-se nitidamente que tipo de colaborador/perfil se necessita e assim o candidato poderá focar todos os pontos que o ira faze-lo ultrapassar por mais esta barreira imposta aos candidatos.
Fico indignado que um estudioso acha que pode avaliar um colaborador pelo seu tipo de traço.

Esquecem da imprevisibilidade. Isso mesmo, nenhum momento é igual ao outro e pode acontecer que no momento de testes e entrevistas os candidatos estejam: doentes ou com um ente querido doente, com problemas financeiros e até mesmo problemas psicológicos temporários. 
Tudo isso é a imprevisibilidade e sendo assim o melhor candidato pode não estar 100% naquele momento e tudo que se aplicar a nível de teste pode ser mal avaliado.
Melhor forma de se selecionar um candidato é uma conversa aberta e franca identificando a situação que se encontra  o candidato naquele momento e identificar se ele é o melhor entre todos.
Como disse anteriormente, passar por fases faz parte do ser humano e saber compreendê-las faz a diferencia entre um bom ou mal selecionador.

Segue abaixo tudo sobre este teste, chato e enfadonho que segundo os psicólogos consegue identificar o perfil/personalidade de um ser humano:

Histórico:

O teste palográfico foi idealizado e elaborado pelo Prof. Salvador Escala Milá, do Instituto Psicotécnico de Barcelona, na Espanha. No Brasil esta técnica foi divulgada pelo Prof. Agostinho Minicucci, ex-Diretor da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Botucatu-SP; que tal técnica passou a ser utilizada a partir dos anos 70 em testes psicotécnicos para a habilitação veicular, atualmente em algumas avaliações psicológicas para o ingresso no serviço público e há décadas é um dos testes que integra a grade curricular de qualquer faculdade de psicologia.
O teste é utilizado nos dias de hoje para avaliação da personalidade através de expressão gráfica, tendo notória semelhança com os testes HTP, Tapping e o Teste Grafoescritural.

Teste palográfico ou riscos paralelos
Como o candidato é avaliado neste teste de personalidade onde o candidato é avaliado fazendo riscos paralelos em uma folha em branco , teste este muito utilizado em exames admissionais.
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APRESENTAÇÃO
  O teste Palográfico é muito comum e bastante utilizado por psicólogos recrutadores em diversos concursos e empresas.
 Trata-se de um teste projetivo (subjetivo) de grafismo que visa à avaliação da personalidade.
 É baseado na realização de traços (palos) pelo sujeito. Apresenta dados de ritmo e qualidade de trabalho,fatigabilidade, inibição, elação, depressão, temperamento, constituição tipológica, inteligência, etc.

2 METODOLOGIA E INSTRUÇÕES PARA APLICAÇÃO
 O psicólogo nunca deve dizer que se trata de um teste de personalidade. Deve ser informado aos candidatos que este é apenas um “teste de resistência”.
É fornecida uma folha sem divisão de linhas, com margens. Há 3 palos na primeira linha e 1 palo na segunda linha já impressos, com altura de 7 mm, que devem ser imitados no decorrer do teste. Nesta folha, o candidato deverá riscar com um lápis tantos traços verticais quanto puder e o mais perfeitos possível, no tempo de 5 (cinco) minutos.
A cada minuto será dado o comando “sinal” pelo psicólogo, no qual o candidato deverá riscar um traço na horizontal, continuando a fazer traços na vertical.  Ex.:  |||||||||||||||||||-|||||||||||||||||-|||||||||||||||||||-|||||||||||||||||||-|||||||||||||||||
 Há um treino inicial de 2 minutos e 30 segundos, dividido em 5 tempos de 30 segundos cada, e após um intervalo de 2 a 3 minutos é realizado o teste.

3 CORREÇÃO
A correção do Palográfico considera as análises quantitativa e qualitativa.

Análise Quantitativa
Na análise quantitativa são considerados:
Produtividade - Ritmo - Gráfico do Rendimento

► Produtividade

 É a quantidade total de riscos, somando-se os 5 tempos.
Candidatos (as) com escolaridade NÍVEL MÉDIO:
• Até 313: Inferior ou Lento - Indica uma produtividade muito abaixo da média.
• De 314 a 423: Média Inferior ou Baixa - Este índice denota um rendimento no trabalho abaixo da média.
• De 424 a 693: Média - Indica possuir produtividade mediana no trabalho.
• De 694 a 936: Média Superior ou Alta - Denota possuir produtividade acima da média.
• A partir de 937: Superior ou Muito Alta - Este índice revela produtividade acentuada no trabalho, indicando rendimento bastante acima da média.
Candidatos (as) com escolaridade NÍVEL SUPERIOR:
• Até 396: Inferior ou Lento - Indica uma produtividade muito abaixo da média.
• De 397 a 546: Média Inferior ou Baixa - Este índice denota um rendimento no trabalho abaixo da média.
• De 547 a 830: Média - Indica possuir produtividade mediana no trabalho.
• De 831 a 1059: Média Superior ou Alta - Denota possuir produtividade acima da média.
• A partir de 1060: Superior ou Muito Alta - Este índice revela produtividade acentuada no trabalho, indicando rendimento bastante acima da média.

► Ritmo

 É a soma das diferenças na quantidade de palos entre cada um dos 5 tempos, proporcional à quantidade total de palos na soma dos 5 tempos. Quanto mais baixo o nível de oscilação do ritmo, melhor. Também chamado de NOR – Nível de Oscilação Rítmica. A fórmula é:
(diferença) x 100   =  NOR
 (total de palos)
Ex.: Palos 107 / 103 / 115 / 110 / 109 = 544 (total de palos)
Diferença: 4 / 12 / 5 / 1 = 22 (soma das diferenças)
22 x 100  = 4 (NOR)
    544 - 4 -
• NOR: 0,0 a 2,1: Muito Baixo - Indica rígida regularidade na execução das tarefas, capaz de manter uma produtividade constante.
• NOR: 2,2 a 4,0: Baixo - Revela produtividade estável no trabalho, capaz de manter rendimento constante.
• NOR: 4,1 a 8,7: Médio - Revela alguma instabilidade em sua produtividade, porém sendo capaz de executar satisfatoriamente tarefas repetitivas.
• NOR: 8,8 a 13,2: Alto - Indicativo de oscilações na produtividade e rendimento irregular no trabalho.
• NOR: a partir de 13,3: Muito Alto – “Revela preocupante oscilação na produtividade demonstrando rendimento bastante irregular.”

► Gráfico do Rendimento
 É a variação entre os 5 tempos, que poderia ser representada por um gráfico.
• Horizontal Rígido - muito pouca variação entre os tempos: Reflete rigidez na realização do trabalho caracterizando
também sua personalidade.
Ex.: Tempo 1: 105    Tempo 2: 110    Tempo 3: 107    Tempo 4: 103    Tempo 5: 108
• Horizontal Equilibrado - pouca variação entre os tempos, de modo alternado, progressivo ou regressivo: Indicativo
de regularidade e organização na realização das tarefas.
Ex.: Tempo 1: 103    Tempo 2: 110    Tempo 3: 104    Tempo 4: 111    Tempo 5: 102
Ex.: Tempo 1: 100    Tempo 2: 108    Tempo 3: 114    Tempo 4: 122    Tempo 5: 130
Ex.: Tempo 1: 120    Tempo 2: 112    Tempo 3: 105    Tempo 4: 99      Tempo 5: 93
• Irregular ou Oscilante - muita variação entre os tempos, de modo alternado ou crescente: Acentuada irregularidade
no ritmo de trabalho, pode significar, além de stress e desmotivação, a interferência de fatores emocionais durante a
realização da tarefa.
Ex.: Tempo 1: 100    Tempo 2: 110    Tempo 3: 101    Tempo 4: 114    Tempo 5: 100
Ex.: Tempo 1: 143    Tempo 2: 154    Tempo 3: 147    Tempo 4: 164    Tempo 5: 177
• Decrescente - começa rápido, mas não consegue manter o ritmo: Indica certa dificuldade em manter o rendimento
no trabalho, possivelmente causado por fadiga ou estresse.
Ex.: Tempo 1: 194    Tempo 2: 178    Tempo 3: 166    Tempo 4: 155    Tempo 5: 141

Análise Qualitativa

 Na análise qualitativa são considerados:
Distância dos Palos - Agrupamento dos Palos - Inclinação dos Palos - Tamanho dos Palos - Direção dos Palos - Distância entre linhas - Margem Esquerda - Margem Direita - Margem Superior - Pressão e Qualidade do Traçado - Tipo de Traçado - Irregularidades do Traçado - Organização ou Ordem

► Distância dos Palos
Normal ou Média
Aumentada ou Ampla
Muito Aumentada ou Muito Ampla
Diminuída ou Estreita
Muito Diminuída ou Muito Estreita
Irregular ou Desigual
Diminuição Progressiva
Aumento Progressivo
Acentuada Irregularidade com Avanços Bruscos

Significados:

• Normal ou Média: Indicativo de bom equilíbrio emocional demonstrando boa capacidade na realização de seus objetivos.
• Aumentada ou Ampla: Pode indicar excitabilidade, resposta impulsiva aos estímulos como também extroversão e expansividade.
• Muito Aumentada ou Muito Ampla: Revela demasiada impulsividade com tendências exibicionistas. Egocêntrico, demonstra necessidades de chamar atenção.
• Diminuída ou Estreita: Significa introversão, inibição, prudência e desconfiança. Demonstra economia e minuciosidade
no cumprimento do dever assim como não apresenta necessidades de expansão.
• Muito Diminuída ou Muito Estreita: Pode representar avareza, desconfiança e detalhismo insignificante.
• Irregular ou Desigual: Indica insegurança, ambivalência e dificuldade em estabelecer critérios. Pode refletir uma emotividade desordenada, bem como dificuldades para resolver conflitos, problemas e necessidades. Pode também relacionar-se a conflitos internos e a falta de ritmo nas atividades.
• Diminuição Progressiva: Indica espontaneidade reprimida por fatores emocionais.
• Aumento Progressivo: Representa inibição inicial que se dilata a medida que se adquire maior segurança na realização das tarefas.
• Acentuada Irregularidade com Avanços Bruscos: Demonstra impulsividade e apresentando possível desequilíbrio emocional.

► Agrupamento dos Palos
Agrupamento com irregularidades nas distâncias
Agrupamento em blocos regulares
Agrupamento para contagem
Não se aplica ao caso

Significados:

• Agrupamento com irregularidades nas distâncias: Indica impulsividade, inconseqüência.
• Agrupamento em blocos regulares: Denota adaptação rígida às novas situações ou dificuldades, tendendo a sair do convencional.
• Agrupamento para contagem: Pode relacionar-se a planejamento de forma de facilitar a trabalho posterior.
• Não se aplica ao caso: Nada significa.


► Inclinação dos Palos
Vertical ou Reta
Inclinado para a direita
Muito inclinado para a direita
Inclinado para a esquerda

Muito inclinado para a esquerda
Oscilante ou Mista
Mudança de inclinação

Significados:

• Vertical ou Reta: Indica bom controle emocional e constância das atitudes.Pode indicar também boa capacidade de crítica e análise frente a novas situações.
• Inclinado para a direita: Revela extroversão e adaptação convencional às rotinas. Pode indicar necessidade de contato e apoio de terceiros que, desta forma, influenciam suas tomadas de decisões.
• Muito inclinado para a direita: Reflete egocentrismo, alto grau de emotividade e acentuada necessidade de aprovação dos outros.
• Inclinado para a esquerda: Sugere introversão, desconfiança, falta de necessidade de relacionamentos grupais, sociais e afetivos com aparente procura pelo isolamento. Representa também repressão dos próprios afetos.
• Muito inclinado para a esquerda: Reflete acentuada intoversão, desconfiança com demasiada falta de vontade em relacionar-se social ou afetivamente, buscando isolamento. Representa também enorme repressão de seus próprios afetos.
• Oscilante ou Mista: Indica facilidade em se adaptar a novos grupos. Reflete capacidade na compreensão do outro porém, no caso de acentuada inclinação, pode significar ambivalência afetiva, insegurança, indecisão e dúvidas.
• Mudança de inclinação: Sugere a interferência de fatores emocionais reprimindo na espontaneidade inicialmente revelada.

► Tamanho dos Palos
Normal ou Médio
Aumentado ou grande
Muito aumentado ou muito grande
Diminuído ou Pequeno
Muito diminuído ou muito pequeno
Irregular
Grandes e Pequenos alternados
Crescente
Decrescente

Significados:

• Normal ou Médio: Indica equilíbrio afetivo e autocontrole adaptando-se com facilidade ao meio em que se encontra . Apresenta ainda constância nas tarefas que realiza.
• Aumentado ou grande: Significa expansividade e segurança em si mesmo. Capaz de possuir atitudes inconvenientes eventuais em relação ao meio que o cerca além de revelar certo egocentrismo, vaidade e grande ambição com ausência de senso crítico.
• Muito aumentado ou muito grande: Revela estado de euforia e imensa satisfação consigo próprio, comum após quadros depressivos. Indica grande necessidade de chamar a atenção para si além de surpreender pela extravagância caso este traço não seja resultante de sinais de agressividade ou descarga motora incontrolada.
• Diminuído ou Pequeno: Revela introversão e personalidade tímida, detalhista. Quando não ligado a aspectos culturais, pode encobrir sentimentos de inferioridade além de também poder significar uma limitada capacidade de adaptação ao meio.
• Muito diminuído ou muito pequeno: Indica inibição, minuciosidade exacerbada encobridora de uma falta de confiança em si próprio e de sentimento de inferioridade. Isto se aplica nos casos em que o traço diminuto não é resultante de fatores físicos, como fadiga, frio, miopia, nem ligados a aspectos culturais.
• Irregular: Revela influencia de fatores emocionais durante realização das tarefas. Denota impulsividade e inadequado controle.
• Grandes e Pequenos alternados: Revela insegurança e desconhecimento de sua própria capacidade no enfrentamento de novos desafios.
• Crescente: Indica falta de senso crítico e de lógica com tendências para exagerar os fatos, complicar, fantasiar e tomar atitudes desproporcionais.
• Decrescente: Indica capacidade de ajustar seu trabalho ao tempo disponível quando esta diminuição não é resultante de cansaço prematuro ou fadiga. Pode revelar também comportamento dissimulado, crítico, angustiado.

► Direção das Linhas
Horizontal ou retilínea normal
Horizontal e rígida
Ascendente
Muito ascendente
Descendente
Irregular ou desigual
Côncava
Convexa
Serpentina ou Ondulante
Sinuosa
Em forma de leque

Significados:

• Horizontal ou retilínea normal: Indica estabilidade emocional e personalidade equilibrada. Demonstra maturidade nas atitudes e controle de seus impulsos, denotando também conduta convencional e disciplina na realização das tarefas, além de representar busca de seus objetivos.
• Horizontal e rígida: Reflete rigidez nas idéias e condutas, revelando falta de espontaneidade em determinados momentos. Apresenta-se sistemático se opondo a tudo que não esteja de acordo com suas opiniões ou princípios.
• Ascendente: Indica enorme confiança em si mesmo, ambição e entusiasmo demonstrando também combatividade e otimismo. Possui convicções no êxito do cumprimento do trabalho podendo assim demonstrar arrogância ou superioridade.
• Muito ascendente: Revela impulsividade agressiva, egocentrismo exacerbado e ambição desmedida. Indica também baixo controle emocional.
• Descendente: Indica, quando constante, redução na capacidade de trabalho e energia insuficiente para reagir diante de obstáculos ou situações difíceis. Revela falta de confiança em si mesmo além de tendência à fadiga e cansaço.
Se esporádica a direção descendente pode significar estado de nervosismo transitório e passageiro.
• Irregular ou desigual: Indica ambivalência afetiva que se revela na falta de confiança em si mesmo refletindo na produtividade do trabalho e em seu comportamento.
• Côncava: Indica motivação inicial que não se mantém ao longo da realização da tarefa, mas que é retomada ainda durante sua execução. Pode ser resultante de fadiga ou cansaço ou ser influência de fatores emocionais no decorrer do trabalho.
• Convexa: Indica motivação no início da realização das tarefas ou diante de novas situações que não se mantém ao
longo da execução dos trabalhos. Essa instabilidade pode ser resultado da dificuldade em superar obstáculos surgidos
no decorrer do trabalho. É característico de pessoas que não completam aquilo que começam a fazer.
• Serpentina ou Ondulante: Reflete insegurança, propensão à emotividade com flutuação de humor. Pode significar
também inconstância na produtividade e comportamento influenciável.
• Sinuosa: Indica insegurança e falta de firmeza de propósitos podendo modificar iniciativas ao ser defrontado com
opiniões contrárias sofrendo enorme influência dos outros. Representa também instabilidade na execução do trabalho,
sofrendo interferências de fatores emocionais.
• Em forma de leque: Indica influência do estresse e cansaço na execução das tarefas, de ordem situacional.

► Distância entre Linhas
Normal ou Média
Aumentada ou afastada
Muito Aumentada ou muito afastada
Diminuída, estreita ou próxima
Linhas que se tocam ou sobrepostas
Irregular
Crescente
Decrescente

Significados:

• Normal ou Média: Reflete relações interpessoais equilibradas e respeitosas. Revela possuir boa percepção de limites e moderação ao lidar com os outros.
• Aumentada ou afastada: Indicativo de afastamento e cautela nas relações, revelando grande formalidade no lidar com os outros. Revela preferência por realizar atividades solitárias uma vez que esta distância relaciona-se à inibição e possível insegurança sendo bastante reflexivo em suas atitudes.
• Muito Aumentada ou muito afastada: Indica necessidade de acentuado afastamento em suas relações interpessoais possivelmente relacionado a grande inibição e insegurança em si mesmo. Revela preferência em realizar atividades que não necessitam de contatos com terceiros.
• Diminuída, estreita ou próxima: Expressa extroversão e facilidade no estabelecimento de contatos sociais. Porém também revela falta de percepção dos limites podendo transformar-se, eventualmente, em pessoa inconveniente.
• Linhas que se tocam ou sobrepostas: Indica acentuada falta de percepção de limites em suas relações interpessoais podendo revelar agressividade ou intimidade excessiva com o outro. Pode também significar falta de escrúpulos nas relações por vezes invadindo privacidade alheia.
• Irregular: Expressa inconstância em seus relacionamentos, ora procurando aproximação, ora com necessidades de afastamento o que dificulta a manutenção das relações.
• Crescente: Revela a princípio facilidade no estabelecimento de relacionamento que, com o tempo, torna-se mais distante e impessoal.
• Decrescente: Revela a princípio um relacionamento social mais formal e cauteloso que, com o tempo, vai tornando se mais sociável.


► Margem Esquerda
Normal ou Média
Retilínea
Aumentada ou larga
Muito aumentada
Diminuída ou estreita
Muito diminuída ou muito estreita
Irregular
Crescente ou alargando
Decrescente ou estreitando
Ausência de Margem Esquerda

Significados:

• Normal ou Média: Indica bom equilíbrio emocional e boa adaptação em lidar com novas situações.
• Retilínea: Indica obediência às normas vigentes, determinação para alcançar os objetivos e para o cumprimento dos deveres.
• Aumentada ou larga: Indica extroversão e facilidade de relacionar-se com os outros. Revela também certa despreocupação com obrigações ou responsabilidades.
• Muito aumentada: Expressa acentuada falta de percepção dos limites, despreocupação com responsabilidades e falta de senso de economia.
• Diminuída ou estreita: Revela introversão e timidez, além de cautela nas relações interpessoais. Significa também detalhismo, falta de espontaneidade e bastante reflexão na tomada de decisões.
• Muito diminuída ou muito estreita: Significa acentuada introversão, timidez e cautela nos relacionamentos interpessoais.
Revela grande minuciosismo, falta de espontaneidade e demora nas tomadas de decisões ocasionadas por intensa reflexão.
• Irregular: Indica ambivalência afetiva e dificuldade em adaptar-se a novas situações. Revela que fatores emocionais influenciam no cumprimento das tarefas devido principalmente a controle emocional deficiente.
• Crescente ou alargando: Expressa busca de independência e auto-afirmação no decorrer de suas atividades, porém o fazendo muitas vezes de forma precipitada.
• Decrescente ou estreitando: Indica introversão e insegurança, propensão a fadiga e desconfiança. Reflete sofrer influencia de fatores emocionais no decorrer do trabalho que o induzem a promover mudanças em suas características.
• Ausência de Margem Esquerda: Revela acentuada desconfiança nos relacionamentos pessoais, falta de confiança em si mesmo além de falta de espontaneidade e de senso estético.

► Margem Direita
Normal
Aumentada ou larga
Diminuída
Irregular
Crescente ou alargando
Decrescente ou estreitando
Precipitada ou interrompida

Significados:

• Normal: Expressa bom autocontrole e a boa capacidade de adaptação ao meio social.
• Aumentada ou larga: Revela receios frente a novas situações ou responsabilidades, insegurança nas relações pessoais e temor perante figuras de autoridade. Em conseqüência, indica falta de iniciativa e combatividade.
• Diminuída: Indica extroversão, segurança, dinamismo, sociabilidade e economicidade.
• Irregular: Expressa ambivalência, insegurança e dificuldades de adaptação em novos meios sociais. Revela a influencia de fatores emocionais durante a execução das tarefas.
• Crescente ou alargando: Significa, a princípio, uma necessidade de contato social que no decorrer da execução das  tarefas ao adquirir maior segurança, vai se modificando por influência de fatores emocionais até preferir distanciamento nas relações fugindo de responsabilidades.
• Decrescente ou estreitando: Demonstra inibição inicial ao enfrentar novos desafios ou contatos sociais que vai se dissipando à medida que adquire segurança nas relações ou execução de tarefas. Indica lenta adaptação ao ambiente e aceitação de riscos ou responsabilidades.
• Precipitada ou interrompida: Revela adaptação brusca e inconseqüente ao meio ambiente muitas vezes de forma agressiva ou ríspida.

► Margem Superior
Normal
Aumentada
Diminuída

Significados:

• Normal: É indicativo de bom equilíbrio e autocontrole, percepção dos limites e boa adaptação ao meio ambiente. Revela ainda possuir senso estético.
• Aumentada: Revela insegurança diante de autoridades e ainda precaução e desconfiança nas relações pessoais.
• Diminuída: Revela falta de percepção de limites nos relacionamentos pessoais ou com autoridades apresentando muitas vezes relações inadequadas. Indica ainda dificuldade em adaptar-se a novas situações e também vulgaridade.

► Pressão e Qualidade do Traçado
Forte
Média ou Normal
Fraca, leve ou delicada
Irregular
Forte no início e enfraquecendo
Fraco no início e ficando mais forte
Interrompida ou descontínua

Significados:

• Forte: Comum em trabalhadores que executam tarefas em que a força bruta é necessária, o traço forte está relacionado a um pensamento mais concreto e primitivo, bem como presente em pessoas com energia, decisão e confiança em si mesmo.
• Média ou Normal: Indica equilíbrio, praticidade, decisão e capacidade de planejamento e realização.
• Fraca, leve ou delicada: Indica pouca disposição para a realização de tarefas em que o vigor físico seja necessário, dando preferência às atividades que precisam do intelecto. É comum em pessoas sensíveis e finas, indicando insegurança, timidez e severa autocrítica.
• Irregular: Reflete instabilidade emocional com flutuações de humor e incapacidade de realizar tarefas sem ser influenciado por fatores externos. Revela ainda impulsividade.
• Forte no início e enfraquecendo: Indica perda de vitalidade no decorrer do trabalho ocasionada por cansaço ou diante de dificuldades surgidas.
• Fraco no início e ficando mais forte: É indicativo de tenacidade e superação para alcançar seus objetivos.
• Interrompida ou descontínua: Caso não seja resultante de nervosismo durante a execução do teste, indica presença de patologia.

► Tipo de Traçado
Firme e reto
Frouxo, curvo ou brando
Côncavo (Abertos para a Direita)
Convexo (Abertos para a Esquerda)
Forte e reto
Forte e curvo
Médio e reto
Médio e curvo
Leve e reto
Leve e curvo
Grosso na extremidade
Frouxo e pontiagudo
Muito fino
Inchado ou fusiforme
Torcido ou sinuoso
Retos e torcidos alternados
Com pontas de agulha ou punhal
Pontas engrossadas

 Significados:

     • Firme e reto: Indica energia, segurança em si mesmo e determinação. Revela também independência e dinamismo.

• Frouxo, curvo ou brando: Expressa indecisão, flexibilidade, dispêndio inadequado da energia. Revela também falta de estímulos para a superação das dificuldades.

• Côncavo (Abertos para a Direita): Expressa diplomacia e boa adaptação ao meio social.
• Convexo (Abertos para a Esquerda): Expressam insegurança, desconfiança, oposicionismo e intolerância.
• Forte e reto: Indica vigor físico e força de vontade caracterizando também personalidade rude.
• Forte e curvo: Indica bom potencial de energia porém utilizada de forma inadequada.
• Médio e reto: Indica disposição, capacidade de planejamento, decisão e bom autocontrole.
• Médio e curvo: Reflete bom potencial de energia utilizada de forma inadequada.
• Leve e reto: Revela sensibilidade, planejamento, senso estético e potencial regular de energia.
• Leve e curvo: Indica utilização inadequada do potencial de energia provocando cansaço, habilitando a execução de tarefas que utilizam principalmente o intelecto em vez de vigor físico.
• Grosso na extremidade: Indica presença de agressividade razoavelmente controlada.
• Frouxo e pontiagudo: Significa uma fuga da realidade e de assumir responsabilidades. Sugere também atual descontentamento.
• Muito fino: Indica baixo potencial energético e pouca vitalidade.
• Inchado ou fusiforme: Indica tendência à voluptuosidade e à obtenção de prazer físico.
• Torcido ou sinuoso: Indica instabilidade emocional, insegurança, baixo potencial energético e falta de disposição para a realização das tarefas ou enfrentar novas situações.
• Retos e torcidos alternados: Revela utilização inadequada do potencial energético e instabilidade emocional o que prejudica nas relações pessoais.
• Com pontas de agulha ou punhal: Sugerem agressividade reprimida e autocontrole deficiente com flutuações no humor dificultando a adaptação ao meio social.
• Pontas engrossadas: Revelam personalidade explosiva com baixo controle das emoções. Indica também agressividade, impulsividade e precipitação.

► Irregularidades do Traçado
Cruzamentos
Contra-Impulsos
Tremor Inicial
Tremor constante
Tremor acentuado
Gancho na parte inferior direita
Gancho na parte inferior esquerda
Gancho na parte superior direita
Gancho na parte superior esquerda
Palos quebrados

Laços
 Linhas espelhadas
Correções e retoques
Reforço da linha
Traçado repassado
Chaminés

Significados:

 • Cruzamentos: Revela insegurança, economicidade, dificuldade na tomada de decisões em conseqüência da lentidão dos pensamentos ou freqüentes confusões.
• Contra-Impulsos: Se não for resultante de acentuada inibição, pode ser indicativo de problemas neurológicos.
• Tremor Inicial: Significa influencia de fatores emocionais frente a novas situações, indicando insegurança, no caso do tremor ocorrer no primeiro intervalo.
• Tremor constante: Indica possibilidade da presença de patologias, lesões ou uso de álcool ou droga.
• Tremor acentuado: Indica presença de lesões, traumatismos ou fortes crises emocionais.
• Gancho na parte inferior direita: Sugere agressividade física caracterizada por freqüentes explosões. Indica falta de controle emocional e comportamento rude.
• Gancho na parte inferior esquerda: Sugere atitudes autodestrutivas, falta de controle corporal e ressentimentos contra fatos ou pessoas que o afetaram.
• Gancho na parte superior direita: Sugere agressividade verbal demonstrada através de freqüentes explosões sem presença de violência física. Revela baixa adaptação ao meio ambiente e ainda se mostra intolerante com os outros.
• Gancho na parte superior esquerda: Sugere acentuada autocrítica, buscando realizar as tarefas com perfeição, punindo-se caso não atinja a qualidade almejada.
• Palos quebrados: Possivelmente apresenta problemas de ordem neurológica.
• Laços: Indica inadequação no uso da energia. Falta de planejamento.
• Linhas espelhadas: Expressa rigidez mental e dificuldade em adaptar-se a novas situações. Indica capacidade mental limitada a realização de tarefas sem complexidade.
• Correções e retoques: Indica insegurança, insatisfação e, ocasionalmente, agressividade.
• Reforço da linha: Sugere presença de ansiedade.
• Traçado repassado: Indica rigidez mental e dificuldade em tomar decisões.
• Chaminés: É indicativo da presença de ansiedade e angústia.

 ► Organização e Ordem
Muito boa
Boa
Regular
Ruim
Muito ruim

 Significados:

• Muito boa: Revela capacidade organizativa, equilíbrio emocional, percepção dos limites e boa adaptação ao meio social. Mostra ainda meticulosidade, ordem e boa apresentação.
• Boa: Indica boa capacidade em realizar as tarefas, bom autocontrole, pensamento lógico e estado de ânimo saudável.
• Regular: Indica capacidade regular na realização das tarefas, despreocupação e certa displicência. Demonstra possuir baixa percepção dos seus limites.
• Ruim: Revela baixa capacidade na execução dos trabalhos e falta de objetivos. Demonstra falta de ordem ou métodos além de inconstância e emotividade.
• Muito ruim: Demonstra total despreocupação com a qualidade de seu trabalho. Indica necessidade de executar tarefas sob supervisão. Indica desorientação, desequilíbrio emocional e falta de objetividade.


segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

TEMPESTADE DE IDÉIAS: CONQUISTAR UM NOVO EMPREGO É GANHAR NA LOTERIA? TA...

TEMPESTADE DE IDÉIAS: CONQUISTAR UM NOVO EMPREGO É GANHAR NA LOTERIA? TA...: Quando buscamos uma nova recolocação profissional,  temos em mente fazer o melhor de nós.  Mas nem sempre isso é fácil. Tudo com...

CONQUISTAR UM NOVO EMPREGO É GANHAR NA LOTERIA? TALVEZ... ENTÃO:


Quando buscamos uma nova recolocação profissional, temos em mente fazer o melhor de nós. 

Mas nem sempre isso é fácil.


Tudo começa com primeiro contato da equipe de seleção que nem sempre especifica o que é realmente o trabalho e suas atribuições como: salário, horário, benefícios e os objetivos que aquela vaga necessita.

A impressão que nos dá neste momento é que aquele trabalho é muito confidencial para se falar ao telefone, como se o telefone não fosse uma via segura para se conversar ou que o sigilo profissional poderia ser violado neste momento.
Estando as cegas, nós profissionais, nos sujeitamos a ir até a empresa para descobrir que somos qualquer um: um indigente qualquer, sem nome, sem respeito, sem deferência a nossa pessoa, normalmente um nome numa lista.




A recepcionista, muitas vezes uma bela aparência nem sempre é afável e está de bom humor e lhe entrega uma ficha de emprego e manda você sentar e preenche-la com todas as suas informações.




Não importa se você já conversou por telefone, não importa que você tem sua história no linkedin, no Facebook, no twitter, na Catho, no vagas.com, etc. e que já tenha enviado seu Curriculum Vitae com suas referencias  assim você preenche aquela ficha cansativa, detalhada e que em complemento a ela segue uma folha em branco para que se faça redação do  tipo: “Escreva sobre você”, “Minha vida”, " Vencendo obstáculos", " Quebrando barreiras"," Criando gigantes" e assim após todo este tempo, conseguido preencher a ficha e escrever pelo menos 20 linhas de redação.



Depois de toda esta maratona, do seu tempo e da sua boa vontade, você entrega tudo e a recepcionista. Neste momento podem acontecer duas situações:





1) Ela ( a recepcionista) diz para você que o recrutador vai avaliar sua ficha e sua redação e te liga dentro de 10 dias se a mesma for aprovada para continuar o processo de seleção;


2) Ela diz (a recepcionista) para você aguardar que assim que os outros candidatos terminarem de preencher sua fichas e redações e assim serão todos chamados para saber mais detalhes sobre a vaga.


Passadas 3 ou mais horas desde o momento que se saiu de casa, se acontecer a situação número 1 já estaremos voltando , frustrados,  para casa, sem saber o que foi tudo aquilo. Se a situação for a número 2 provavelmente estaremos esperando numa salinha abafada seus concorrentes terminarem seus processos de preenchimento.


Depois de passados todos os momentos necessários e se ainda não chegou à hora do almoço, o entrevistador ou entrevistadora chamará todos numa sala e discorrerá: sobre a empresa, sobre a vaga, sobre os benefícios, irá passar um vídeo institucional e até poderá aplicar um teste de conhecimentos gerais com lógica e matemática financeira de lambuja, enquanto ,é claro, ele almoça!

Poderão acontecer duas situações: o entrevistador irá falar o salário e suas condições ou não, dizendo que somente após todo o processo, na entrevista, serão tratados estes “detalhes”. (como se salário fosse apenas um detalhe).

Quando o entrevistador fala sobre o salário a gente se assusta! Nunca é o que esperamos ou se for o entrevistador irá colocar um monte de complicações para que você desista mesmo neste momento.
Então neste momento veremos que:

ter boa qualificação profissional, saber trabalhar em equipe e ser uma pessoa pró-ativa, alguns dos pré-requisitos exigidos pelos recrutadores em um processo seletivo. Mas em certas empresas, apenas isso não basta.
Precisa estar disposto a trabalhos árduos e ele começa ali mesmo no recrutamento.




Se estiver disposto a enfrentar todos estes poréns, poderá seguir em frente se não. verá que seu tempo foi perdido: terno passado, gravada escolhida a dedo, sapatos engraxados, barba feita, pesquisa na Internet para ver: a missão da empresa, em qual nicho de mercado ela se encaixa, qual é seu resultado anual e suas expectativas de crescimento e como sua carreira de mais de 20 anos pode não encantar o entrevistador.

Bem digamos que você irá continuar no processo e agora irá enfrentar: o entrevistador, o chefe da seção, o gerente, o diretor e muitas vezes o dono.
Então nesta nova jornada a gente vai esbarrar em algumas situações de preconceito.
Infelizmente, o preconceito ainda existe. Elas também exigem que o candidato tenha menos de 40 anos ou ainda a aparência física que a empresa quer.
Quando o assunto é idade, o que se observa é o atraso de muitas empresas, mesmo com o aumento da expectativa de vida do brasileiro. Mesmo que o conhecimento e a inteligência emocional de profissionais mais velhos terem sido fator de êxito nas empresas, especialmente para cargos que exijam uma carga de responsabilidade e pressão muito fortes os entrevistadores ficam com os pés atrás para esta contratação.

É preciso disseminar cada vez mais o fato de que estes profissionais "mais velhos", em sua maioria, não são cheios de idéias pré-concebidas, nem vivem do passado. São profissionais capazes de acompanhar a evolução, se adequar a ela e, principalmente, entender o novo.


Quem foi que disse que pessoas mais velhas são improdutivas? O preconceito está sempre entremeado naquilo que deveria ser apenas uma aferição de caráter profissional, que nada tem a ver com cor, sexo, religião ou idade, mas não é o que acontece.




Sabemos que o entrevistador é uma pessoa como qualquer outra: acorda de manhã, toma café, escova os dentes e vai trabalhar, tem desejos, sentimentos e gostos iguais a qualquer um de nós, a única diferença é que ele está empregado e nós não!

Tal perspectiva dá o poder a muitos profissionais que não separam necessariamente vida pessoal de vida profissional. E para manter seu emprego ele faz seu trabalho bem feito, para isso quando ele sai a procura de candidatos a vaga na empresa para qual ele trabalha, ele quer encontrar a melhor pessoa, aquela que vai se enquadrar com facilidade na tarefa que irá executar, aquela que vai vestir a camisa e que sabe que para manter seu emprego e crescer, a empresa também precisa crescer e isso só depende das pessoas que colaboram com ela.

Um entrevistador gosta de candidatos que não se tornem futuros problemas ou que estão ali nem sabem por que ou porque o pai ou a mãe querem que ali estejam, o entrevistador em nome da sua empresa e de seu emprego quer alguém com vontade, determinação, empolgação e que sabe por que esta ali e aonde quer chegar.
Por isso em uma entrevista de emprego não cometa um erro muito comum, o de achar que o entrevistador é seu amigo e está ali para ajudar pessoas desempregadas ou que ele é um mau humorado sem coração que não vai com a cara de ninguém.

Vá à entrevista confiante, sabendo exatamente o que quer, aonde quer chegar, porque está ali e o que tem de melhor para estar ali, lembre-se que atrás de você existem muitos desempregados concorrendo à mesma vaga. E que se você não foi escolhido pode ser porque não foram com sua cara independente de sua competência.


Não trate como uma perda ou derrota a uma tentativa de conseguir um novo trabalho, nada pior do que uma pessoa mal encaixada e que já poderá sofrer preconceito e frustração ,logo de cara, dentro da organização sendo testando em todos os trabalhos árduos , afinal eles poderão te mandar embora há qualquer momento! Basta você falar um não!




Afinal conquistar um novo emprego nem sempre depende só de nós!

Pode acreditar que é como uma loteria e além de todas as suas qualidades precisará ter sorte, muita sorte para que tudo dê certo!


Então amigo! Pegue seus amuletos e vá a entrevista ... boa sorte! 
pois você vai precisar dela.



domingo, 26 de fevereiro de 2012

REUNIÃO É PERDA DE TEMPO?


"Reunir-se é um começo, permanecer juntos é um progresso, e trabalhar juntos é sucesso."
(Henry Ford)





Numa revista Exame do ano passado vi uma frase fantástica da vice presidente de operações do Mc Donald´s, Jan Fields,que achei interessante e guardei-a para futura consulta:




“Reuniões fazem com que as pessoas percam o foco no trabalho.
Sempre que estão numa reunião, não estão fazendo aquilo que
 deveriam fazer.”



Não é difícil encontrarmos algum profissional reclamando do excesso de reuniões em sua empresa.

Qualquer problema, novo projeto ou solução para uma questão, é motivo para as pessoas pararem o que estão fazendo e se reunirem em uma sala de reunião. Mas, afinal, para que serve a reunião? Quando é realmente necessário movimentar as pessoas e porque tantos chefes marcam diversos encontros ao longo da semana?

Uma reunião mal planejada, ou pior, feita desnecessariamente, é pura perda de tempo e enfraquece o poder do líder, já que foi realizada sem objetivo e necessidade, além de entediar as pessoas e as educar de modo distorcido a respeito dos conceitos sobre os quais a empresa se fundamenta.

Há vários motivos que levam um profissional a realizar reuniões constantes: “muitas vezes é para mostrar poder, outras, por falta de conceitos claros a respeito de como gerir pessoas, isto é, como fazê-las funcionar com alta produtividade e qualidade.

Há também os que põem para fora os seus problemas psicológicos de insegurança, como autoconfiança zero e baixa autoestima, e por estas razões, querem envolver-se com pessoas com o propósito de sentirem-se supridos.

Há aqueles, ainda, que não confiam suficientemente em sua equipe a ponto de realizar as devidas delegações de tarefas e acaba usando as reuniões como forma de controle e avaliação.

Planejamento é a melhor saída para evitar reuniões desnecessárias e cansativas, ou seja, que poderia durar meia hora, mas se estendem por horas.

Fazer uma pauta antes de unir as pessoas, algo informal apenas para guiar a reunião, além de informar os convocados sobre o tema, dizer quanto tempo terá de duração, e ter critério de convocação, mobilizando apenas as pessoas significativas. “Limitar o número de assuntos é, também, muito importante para a reunião não durar horas. Não adianta convocar uma reunião e dizer que ela será de uma hora, sendo que você tem sete ou oito assuntos para tratar. Em uma hora, você só irá comunicar esses assuntos e não os discutirá com profundidade. E quanto mais você estende, mais chances têm da pessoa se desligar e lembrar-se das coisas que tem para fazer”.

Os critérios claros de convocação de uma reunião são um dos pontos essenciais para tornar uma reunião produtiva. “Conceitualmente, produtividade é a razão entre quantidade produzida e tempo, ou seja, é o quanto se produz de qualquer coisa por uma unidade de tempo – hora, minuto, dia.

Nos modelos mais modernos de gestão de pessoas, produtividade deixou de ser apenas a quantidade produzida ou realizada. É também qualidade. Assim, para que uma reunião seja produtiva é preciso que, além de critérios claros de convocação, se tenha ordem de participação dos envolvidos, respeito entre todos, regras para intervenção, eleição das pautas que a comporão ou informe antecipado do tema a ser discutido e, se possível, horário de início e finalização a fim de que as pessoas se programem.

Quando tratar-se de um assunto a ser discutido até a exaustão, devem-se informar os participantes de que a reunião só finalizará quando a convergência ou consenso ocorrer em 100%. Neste caso, todos saberão que ela só terá horário de início, mas haverá a vantagem de poderem rearranjar suas agendas e até de se preparem psicologicamente para o cansaço. Outro aspecto importante a ser previsto, em casos de longa duração de uma reunião, é a providência de um coffee break em que se proveja algum alimento e bebida com o fim de suprir necessidades físicas quando o horário supera as ocasiões de almoço ou jantar”.


Reuniões são necessárias no mundo colaborativo que vivemos, mas elas devem ser exceção e não a regra da empresa.

Precisamos fazer uma dieta de reuniões nas empresas e evitar ao máximo esses encontros que em geral são pessimamente conduzidos e levam ao grande desperdício de tempo.

Veja algumas dicas para evitar reuniões na empresa:

Vai decidir? Senão, cancele! 

Se a reunião não tem poder de decidir nada, é melhor cancelar e usar o tempo para outra coisa. Pessoas que vão apenas para discutir a cor da chuva sem nada de efetivo para alterá-la, estão jogando tempo no lixo!

Existe outra forma de resolver a questão? 

 Que tal antes de convocar a reunião pensar em alguma alternativa para resolver o assunto sem precisar da reunião?
Conversa individual - Ao invés de usar a reunião será que uma pequena conversa particular com os membros da equipe e depois um e-mail com a resolução não ajudaria? Pode parecer que se ganha tempo falando para 5 de uma vez só, mas na prática isso é contraditório.

Proponha uma solução 

Que tal você enviar uma possível solução para a pessoa que convocou a reunião e assim evitar todo o processo de discussão? Em muitos casos a solução já está pronta previamente a reunião.


Vejamos agora como uma abordagem SIX SIGMA ORIENTED pode ser aplicada às reuniões:

1) DEFINE

Quantas vezes participamos de reunião sem pé e sem cabeça?

Que começa a falar de A e termina com Z, sem conclusão ou definição alguma?

Reuniões precisam ser definidas quanto ao que se pretende. Divido assim em 3 tipos:

a) Especulativas / Brainstorm: orientada para uma discussão livre sobre um tema principal sem, necessariamente, ter a obrigatoriedade de ser conclusiva sobre algum aspecto do tema abordado.

b) Informativas: orientada para passar alguma mensagem, fornecer informações para os participantes. Nada além disso.

c) Conclusivas: obrigatoriamente tem que chegar a uma conclusão, a uma definição, normalmente um 5W1H1C deve ser produzido ou um cronograma de projeto atualizado / definido. Alguma definição/atribuição/prazo deve ocorrer.

Reuniões de botequim que ocorrem dentro da empresa, em local e horário nobres são descartadas, pois elas, na prática, "não existem".

2) MEASURE

Quantas reuniões deste tipo ocorreram?

No que resultaram?

Qual foi o custo x benefício para a empresa?

Quanto tempo foi empreendido?

Qual foi a eficiência / eficácia das reuniões anteriores?

No contexto em si, como a reunião acelerou a obtenção de resultados?

Como ela evitou uma dispersão e em quanto este desvio foi contido pela reunião?

Quantas reuniões daquele projeto já ocorreram?

Está dentro da previsão ou está se gastando mais tempo (conseqüentemente aumentando o custo e reduzindo a lucratividade daquele projeto)?

A grande questão é: quanto de dinheiro a empresa rasgou com horas de profissionais desperdiçadas com reuniões inúteis?

No mínimo, este tempo poderia ser mais bem aproveitado pelo funcionário em atividades pessoais.

E pela empresa, ganharia mais se desse treinamento para estes funcionários...


3) ANALYZE

Como foram as reuniões anteriores?

 Quais elementos de dispersão e desvio tiveram maior influência para sua ineficiência e ineficácia?

Como o tempo /custo empreendidos poderiam ter sido mais bem aproveitados?

Como é que a objetividade poderia ter sido mais bem tratada, conduzida, liderada e influenciada?

Os participantes estavam preparados?

 Como poderiam ter se preparado melhor?

Como vão se preparar melhor?

Aplicando o diagrama de causa e efeito, para cada um dos 6 elementos de variação causal, como os resultados das reuniões poderiam ter sido melhores ?

O que está sendo feito ou o que será feito para que a próxima reunião seja melhor, mais produtiva, mais eficiente, mais eficaz, realizada em menos tempo e tornando mais produtiva para os participantes e para a empresa?

4) IMPROVE

Como a melhoria sempre envolve mudança, a primeira coisa a mudar é a forma de encarar uma reunião.

Deixar de reclamar que uma reunião é chata e que o tempo foi gasto a toa.

Fazer por onde a reunião possa ser mais rica e útil.

Assim, na maioria das vezes envolve uma mudança de conceito na reunião.

TEM QUE QUEBRAR o falso conceito de que a coisa se resolve na reunião.

A reunião dá início a uma solução. Assim, normalmente, uma reunião exige um tempo pós-reunião, orientada para planejar e agir dentro do que ficou definido.

TODA REUNIÃO tem que ter um tempo ANTES e um tempo DEPOIS.

Este é o verdadeiro tempo gasto com reuniões para que elas sejam realmente úteis e que delas possam ser colocadas em prática suas conclusões. Assim, organizo reuniões e contatos sempre considerando um TEMPO ANTES de preparação para estar na reunião, fornecendo material, referencia, dados, informações, dúvidas, questões, pauta, o que mais for necessário para que a outra parte se prepare, também. Na reunião, os participantes estarão preparados para discutir e concluir, tornando-a mais produtiva em si. E TEMPO DEPOIS da reunião, reservado, para os desdobramentos necessários que poderão ocorrer, pois afinal de contas, antes de agir, é preciso pensar para fazer certo na primeira vez, preferencialmente.

5) CONTROL

O acompanhamento do desdobramento oferece elementos necessários para se avaliar a eficiência e eficácia da reunião, sua real utilidade para a empresa e para os participantes.

Ocorrerão desvios de condutas de participantes que insistirão em fazer O QUE QUEREM, DA MANEIRA QUE BEM ENTENDEM, QUANDO ACHAREM CONVENIENTE.

Cabe ao líder da reunião, PULSO FIRME para reorientar esforços, incentivar e motivar o realinhamento das pessoas participantes e se necessário for, promover a substituição de participantes que insistirem seguir esta linha difusa e perturbadora (conceito físico de perturbação).

Conclusão:

Ministrar uma reunião não é uma tarefa tão simples como a grande maioria das pessoas acredita. É preciso planejamento, preparo e saber conduzir os assuntos de forma clara e o menos cansativo possível. Por isso que, ao perceber que a reunião não está tendo mais efeito, que virou um encontro social ou um fórum de dúvidas ou de disputas pessoais, é a hora de encerrá-la.

Para aprender a administrar uma reunião há cursos, leituras e outras práticas que podem auxiliar o executivo.

Fonte de consulta para esta matéria:



1)O Gerente Minuto                 - de Kenneth Blanchart e Spencer Johnson

2)O Gerente Minuto em Ação      - de Kenneth Blanchart e Spencer Johnson

3)Odeio Reuniões - Stephen Baker

4 )Odeio Reuniões   Scott Adams

Sites consultados:

- Site da Catho
Fonte das informações: Excesso de reuniões prejudica a imagem do líder e é uma grande perda de tempo | Portal Carreira & Sucesso 

-Site : Estou em reunião:

- Site do Six sigma de:  Adriano Barbosa



domingo, 19 de fevereiro de 2012

Branding como ferramenta de gestão! Sua empresa esta no caminho certo?

Branding: afinal, o que é isso? Administração de marcas ou branding deixou de ser um compromisso passageiro, um movimento modal, uma preocupação cosmética de designers e profissionais de comunicação. Não é também uma elaboração intelectual e filosófica sem compromisso com o bottom line. Branding tem se transformado rapidamente em um instrumento de gestão nas empresas.

Branding ou Brand management (do inglês, em português também Gestão de Marcas) é uma coleção de imagens e idéias que representam um produtor econômico; para ser mais específico, refere aos atributos discritivos verbais e símbolos concretos, como o nome, logo, slogan eidentidade visual que representam a essência de uma empresa, produto ou serviço .
Ele também pode ser considerado como o trabalho de construção e gerenciamento de uma marca junto ao mercado. A construção de uma marca forte para um produto, um linha de produtos ou serviços é consequência de um relacionamento satisfatório com o mercado-alvo. Quando esta identificação positiva se torna forte o bastante, a marca passa a valer mais do que o próprio produto oferecido. Branding é como é chamado o conjunto de práticas e técnicas que visam a construção e o fortalecimento de uma marca.
Sua execução não é tomada apenas por ações de marketing que posicionam a marca e divulgam a marca no mercado, mas também por ações internas na empresa, transmitindo, para todos os interessados, a imagem pretendida.

Objetivo do branding é entre outros aumentar o brand equity (em português: equidade de marca ou ativo de marca) - o valor monetário da marca e assim aumentar o valor da empresa em si.
Este trabalho é feito por uma pessoa especializada em publicidadedesign de comunicação ou então por profissionais e agências especializados em relações públicasmarketingadministraçãosemióticadesign gráfico e arquitetura, que visam desenvolver positivamente a reputação de marcas, produtos e organizações e alinhá-las com os objetivos organizacionais e o público almejado.

Branding hoje é o instrumento de gestão potencialmente mais eficaz na construção de valor e de sustentabilidade na vida das organizações.


A Gestão de uma Marca está relacionada com a criação e a manutenção da confiança, o que implica o cumprimento de promessas. As melhores Marcas, as de maior sucesso são completamente coerentes, Cada aspecto do que são e do que fazem reforça tudo o resto.
Quem vê de fora, a construção de uma marca parece algo simples. Implica a freqüente, irritante e por vezes obsessiva repetição de uma afirmação simples, e muitas vezes extravagante, expressa por meio de uma frase atractiva “slogan”, alguma cores e um logótipo distintivo, colocado mais ou menos ao acaso por todo o lado. Na verdade se olharmos com maior atenção, constatamos que o processo de construção não é tão simples. Existem muito géneros de marcas, de bens de grande consumo como a Coca-Cola, as marcas tradicionalmente divididas entre Marcas B2B (de empresa para empresa) e as Marcas B2C (de empresa para o consumidor); as marcas institucionais, etc. Todas estas divisões e subdivisões, e com outras mais que não referi, não é de admirar que a Gestão de Marcas quando analisada de forma mais concreta seja extremamente complexa.
Não é fácil construir uma marca de sucesso, muitas marcas novas falham (morrem mesmo à nascença, ou prematuramente). Assim a Gestão de Marca é acima de tudo a criação e a manutenção de confiança. As melhores Marcas são geridas de forma completamente coerente, cada aspecto do são e de como se relacionam reforçam a Marca. As melhores Marcas têm uma consistência que é construída e mantida por pessoas no interior da sua organização, totalmente absorvidas por aquilo que a Marca simboliza.

A história das empresas nos mercados caminhou de uma disputa entre produtos, para uma concorrência das suas respectivas formas de propaganda e comunicação em geral, até chegar ao estágio que começou a se descortinar: uma competição entre as realidades simbólicas de suas marcas. Branding é, em certo sentido, a continuação e a negação da Revolução Industrial. É a continuação por se tratar da forma suprema de relacionamento entre produção e consumo.

Por outro lado, é a negação porque Branding é o princípio da desmaterialização da economia, onde cada vez operaremos mais com bits simbólicos e menos com átomos, em todas as relações com os stakeholders das empresas. Por tudo isso, Branding é ou deveria ser sempre pauta do boardroom. Mas a verdade é que ainda não é, ou é muito pouco.

Como Branding pode se constituir num processo internalizado dentro das organizações? Como sua cultura pode penetrar e se enraizar nos processos de gestão dos negócios? As recomendações seguintes não são uma “receita de bolo”, mas quem as pratica sabe que o poder de negócio e de relacionamento de suas marcas com o mercado e com público interno é muito maior e mais sustentável.

1. O processo de conversão: esta é a primeira e talvez mais essencial de todas as recomendações. É o seguinte: ou a organização e principalmente seus executivos-chave têm consciência da necessidade de levar temas de Branding para o boardroom ou nada vai acontecer. Ele vai continuar feudalizado em algum departamento, provavelmente marketing ou comunicação corporativa. Sem uma autêntica conversão, Branding tem apenas um papel cosmético e periférico.

2. Menos vaidade corporativa: marcas não resistem a desaforos. 
Um dos piores é a vaidade corporativa. É em nome dela que a marca assume ares de soberba e de injustificada arrogância.
Por exemplo: Mentir para o mercado: prometer que vai entregar e não entregar, se comprometer com o cliente em acordos que não vai cumprir. Demorar em mostrar-se parceiro do cliente. Não se importar em ter aquele cliente ou não e pior demonstrar isso ao próprio cliente. Não se importar com o respeito ao cliente tal como não enviar datas boas para o parceiro negociar produtos, não fazer trocas de produtos vencendo ou com problemas, não atender ao telefone, não ter informações precisas do mercado para fornecer ao cliente, não comparecer ao cliente nem se preocupar como estão sendo postas as suas mercadorias no ponto de venda.


3. A importância da humildade: 
Grandes líderes de empresas aéreas vivem dentro de aviões; profissionais do mercado de consumo adoram conviver com supermercados. O contato com o mundo real ensina tanto quanto o que nos chega pela tela dos computadores.
Branding não é uma construção filosófica de intelectualóides de “sacerdores e iniciados”. É uma formulação que deriva de um profundo conhecimento daqueles a quem a marca se dirige.

4. A preservação da identidade: 
Branding é uma forma criteriosa de proteger as conquistas simbólicas da marca. Nada mais nefasto para a vida das marcas do que a confusão. E o crescimento das empresas, seus processos de aquisição e fusão têm criado uma arquitetura confusa de marcas, que muitas vezes parece mais uma casa com “puxadinhos”. A posição das marcas, umas em relação às outras, complica-se. As hierarquias perdem a limpidez. Forma-se o que nós do Grupo Troiano de Branding, costumamos chamar de “surubrand”. É uma expressão tão feia quanto fácil de entender. O “surubrand” compromete a preservação da identidade.
Difícil imaginar, seja em mercados de consumo seja em B2B**, que a prosperidade possa existir, em nosso mundo, sem uma visão e práticas sólidas e consistentes de Branding.


**B2B (Business to Business)
São as transações de comércio entre empresas. Uma empresa vendendo para outra empresa é B2B. É a sigla mais famosa e acabam representadas todas as outras abaixo quando generalizada. Um exemplo é a venda material de escritório para empresas ou a compra de insumos para a produção de bens.


Porque escolhi a Mona lisa como imagem deste texto: Ela é uma obra prima de 30 cm que encanta o Mundo. 


Todos os artista querem imita-la de alguma forma. Com pinturas , colagens, bricolagens, montagens e etc. O motivo foi  a divulgação de sua marca própria, sua característica especial encanta a todos. 


Sua empresa tem esta caraterística? Querem imitar sua imagem ou serviço? Então orgulhe-se você é parte do mundo novo. 


Que imagem você deixa no mercado: responsabilidade, comprometimento, encantamento? Ou o contrário? 


Você se acha  mais importante que o seu cliente?


Saiba que Mona Lisa é quem é porque encanta o mercado. Você faz isso?